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sexta-feira, dezembro 10, 2010

Grupo organiza protesto em São Paulo pela liberdade de Julian Assange

A reação à prisão de Julian Assange na Inglaterra começa a ir além da web. Um grupo de apoio ao líder do WikiLeaks convoca para o sábado 11 um protesto diante do Consulado Britânico em São Paulo pela liberdade de Assange. O mesmo grupo criou o blog Liberdade para Assange. A manifestação será às 11h:
Protesto Liberdade para Assange



quinta-feira, outubro 28, 2010

FREE TAITA JUAN - LIBERTAD PARA AS MEDICINAS SAGRADAS !! LIBEREM O TAITA JUAN


Penso que todas as linhas, as pessoas que estamos neste caminho e usamos as medicinas sagradas deberiamos protestar unidos energicamente, por esta privação dos direitos neste caso do Taita Juan, como aconteceu com o Tio Chico e Fernando na espanha, sempre tem essa perseguição, porque imagina se todo o povo ACCORDE UMA VEZ POR TODAS DA ILUSÃO!! jajaja seria fantastico mas.. e ai... o sistema todo ... como é que ficaria... QUEM CONTROLARIA??
SERES HUMANOS ACORDADOS NÃO DEIXARIAM ACABAR COM O PLANETA!! NAO DEIXARIA EXTINGUIRSE NEMENO UMA ESPECIE!! NÃO CRIARIA BOMBAS NUCLEARES!! tantas coisas seriam tão diferentes... somos perigosos gente :D ...mas... um dia..



http://www.freetaitajuan.org/
On Tuesday, October 19, 2010 while en route to Oregon to offer traditional Ayahuasca ceremonies, Cametsa traditional healer and Colombian national, Taita Juan Bautista Agreda Chindoy was detained in the Houston International Airport. His baggage was searched and he was formally arrested by ICE (Immigration, Customs, and Enforcement) for possession of his ancestral medicine, ‘Yaje’ or ‘Ayahuasca’. Upon revealing the presence of DMT in the liquid medicine, he was charged with possession with intent to distribute a “Schedule 1 Drug”.
After a judge found probable cause for Taita Juan’s conviction on Friday, October 22, he is now being held in Joe Corley Federal Detention Facility in Conroe, in the vicinity of Houston, Texas. Since then, a group of his close friends and students have been working around the clock to build his legal defense and to support him and his family in Colombia.
Based on the charges Juan is facing up to 20 years in federal prison.
Due to the outpouring of support, we have developed the strongest legal team possible to effectively defend Taita Juan’s rights. Our goal is to resolve Taita’s case as soon as possible and return him to his family and his community.
Please help us at this critical juncture by donating whatever you can.
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Ayuda a Liberar a un Importante Líder Indígena Encarcelado en los EE.UU.
El Martes, 19 de octubre 2010 mientras se dirigía a realizar ceremonias tradicionales de Ayahuasca, curandero indígena Colombiano Juan Agreda Chindoy fue detenido en el Aeropuerto Internacional de Houston. Fue arrestado por la policía de fronteras (I.C.E) por posesión de su medicina ancestral de Ayahuasca. Él está siendo acusado como un criminal federal y se enfrenta a hasta 20 años en una prisión federal. Taita Juan está reconocido por su comunidad y por el Ministerio de Salud de Colombia como un curandero tradicional. Es uno de los pocos líderes indígenas restantes en el mundo que posee los conocimientos de la medicina ancestral de un ecosistema que está desapareciendo rápidamente. Taita Juan es padre, esposo y padrino de más de 20 niños. Con más de 3000 amigos y beneficiarios de su medicina en varios países del mundo, su vida y obra han tocado a muchos.

URGENTE: Tenemos que recaudar fondos sustanciales para liberar a Taita Juan de prisión. Les pedimos que apoyen esta causa para que Taita Juan pueda volver con su familia lo mas pronto posible y para que el valor de la medicina indígena puede ser reconocido y protegido para las generaciones futuras.

Acerca de Taita Juan:
Taita Juan Agreda Chindoy es un curandero tradicional del pueblo indígena Cametsa del Valle de Sibundoy en el Alto Putumayo de Colombia. Además de ser reconocido por el Ministerio de Salud, es reconocido por su comunidad como un sostenedor del lineaje de medicina tradicional amazónica y un líder del pueblo. Desde su infancia, Taita Juan ha estado aprendiendo las prácticas de su padre Taita Martin y ha estudiado con muchos ancianos en todo el Amazonas. Taita Juan tiene más de 20 años de experiencia trabajando con 'yajé (ayahuasca) y otras formas de medicina tradicional. Tiene una amplia experiencia en el tratamiento de los aspectos de mente, cuerpo y espíritu. Él ha tratado con éxito las condiciones que no son bien tratadas por otras formas de medicina. Sus ceremonias ofrecen la experiencia de la medicina tradicional amazónica de una manera auténtica.
En su hogar en Sibundoy, Taita Juan está desarrollando una clínica de medicina tradicional. Es un líder en enfrentar las necesidades de salud pública en su comunidad. Miles de personas de todas partes del mundo visitan Sibundoy buscando sus servicios. Taita Juan está liderando esfuerzos para construir jardines etnobotánicos educativos en su pueblo para asegurarse de que el conocimiento de la medicina tradicional siga siendo transmitido a las generaciones futuras. Él es un artista con gran tecnica y talento en las artes de talla de madera, pintura y artesanía con abalorios. El y su esposa Carmen, son dueños de un pequeño negocio "Artesanía Basoy" una tienda que vende obras de arte indígena en el corazón de Sibundoy. Su empresa familiar da empleo a varias madres solteras en la comunidad y participa en la creación de diseños innovadores y originales que hacen una gran impression a todos los visitantes. Taita tiene un increíble sentido del humor y la bondad de su espíritu y corazón se extiende a los que le rodean. Por todas estas contribuciones, Taita Juan es estimado y amado por muchos.
'Taita' es un término de respeto utilizadas por las comunidades indígenas de la Amazonía para reconocer a los curanderos tradicionales que trabajan con Ayahuasca, es una palabra que significa padre.

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Ajuda a libertar um importante líder indígena preso nos EUANa terça-feira 19 de outubro, 2010 enquanto se dirigia para realizar cerimônias tradicionais da Ayahuasca, curandeiro indígena colombiano Juan Agreda Chindoy foi preso no Aeroporto Internacional de Houston. Ele foi preso pela polícia de fronteiras (ICE) para a posse da antiga medicina Ayahuasca. Ele está sendo acusado como um criminoso federal e pode pegar até 20 anos em prisão federal. Taita Juan é conhecida pela sua comunidade e do Ministério da Saúde da Colômbia como um curandeiro tradicional. É uma das poucas lideranças indígenas em todo o mundo com o conhecimento da medicina tradicional de um ecossistema que está desaparecendo rapidamente. Taita Juan é um pai, marido e patrocinar mais de 20 crianças. Com mais de 3000 amigos e beneficiários da medicina em vários países ao redor do mundo, sua vida e obra ter tocado muitos.
URGENTE: Precisamos de angariar fundos substanciais para Taita Juan livre na prisão. Pedimos-lhe para apoiar esta causa para Taita John pode voltar à sua família o mais rapidamente possível e que o valor da medicina indígena pode ser reconhecido e protegido Para as futuras gerações.
Sobre Juan Taita:Taita Juan Agreda Chindoy é um curandeiro tradicional indígena Cametsa Sibundoy Vale na região do Putumayo Alto da Colômbia. Além de ser reconhecido pelo Ministério da Saúde, é reconhecido por sua comunidade como um detentor de linhagem da medicina tradicional da Amazônia e um líder de pessoas. Desde a infância, John tem sido as práticas de aprendizagem Taita Taita seu pai, Martin e estudou com muitos idosos em toda a Amazônia. Taita Juan tem mais de 20 anos de experiência trabalhando com 'Yaje (ayahuasca) e outras formas de medicina tradicional. Ele tem uma vasta experiência em lidar com aspectos do corpo, mente e espírito. Ele foi tratado com sucesso as condições não são bem tratados por outras formas de medicina. Suas cerimônias oferecer a experiência da medicina tradicional na Amazônia um autêntico.

Em casa, no Sibundoy, Taita Juan está a desenvolver uma clínica de medicina tradicional. É um líder na abordagem da saúde pública necessidades de sua comunidade. Milhares de pessoas de todo o mundo visitam Sibundoy procuram seus serviços. Taita Juan está liderando os esforços para construir jardins educativos etnobotânico na sua aldeia para garantir que o conhecimento da medicina tradicional continua a ser transmitido às gerações futuras. Ele é um artista com muita técnica e talento na arte da escultura em madeira, pintura e bordado de pérolas. Ele e sua esposa Carmen, possui uma pequena empresa, "Artesanato Basoy" uma loja de venda de arte indígena no centro da Sibundoy. Sua empresa familiar emprega várias mães solteiras na comunidade e participa na criação de projetos inovadores e originais que fazem uma grande impressão a todos os visitantes. Taita tem um incrível senso de humor ea bondade do seu espírito e do coração se estende àqueles ao seu redor. Por todas estas contribuições, Taita Juan é estimado e amado por muitos.

"Taita" é um termo de respeito utilizado pelas comunidades indígenas do Amazonas para reconhecer os curandeiros trabalham com a Ayahuasca, uma palavra que significa pai.

segunda-feira, julho 20, 2009

20 july 1810 INDEPENDENCE DAY - INDEPENDENCIA DE COLOMBIA - BELOVED COUNTRY - GLORY TO YOU FOREVER


El himno de Colombia fue escrito por Rafael Nuñez y la música fué escrita por Oreste Sindici, contiene 12 estrofas , aqui en el video solo el coro y la 1a estrofa

Write by Rafael Nuñez and music for Oreste Sindici

OH UNFADING GLORY!
OH IMMORTAL JOY!
IN PAIN'S RUT
THE GOOD ALREADY GERMINATES

IT STOPPED THE HORRIBLE NIGHT
THE SUBLIME FREEDOM
HE SPILLS THE DAWNS
OF HIS INVINCIBLE LIGHT.
THE ENTIRE HUMANITY
THAT BETWEEN CHAINS WAILS,
UNDERSTAND THE WORDS
OF THAT WHO DIED IN THE CROSS.


10TH PART (ONE OF MY FAVORITES) DEDICATED TO MY BROTHERS AND SISTERS FROM IRAN
ANY MORE IT IS NOT A FINISHED GLORY
TO WIN IN THE BATTLE,
THAT THE ARM THAT IT FIGHTS
THE TRUTH CHEERS IT UP.
THE INDEPENDENCE ALONE
THE BIG CLAMOR DOES NOT SILENCE:
IF THE SUN LIGHTS ALL
JUSTICE IS FREEDOM



* Amarillo: representa la riqueza del suelo colombiano.
yellow: means the rich of our land
* Azul: representa los dos oceános que bañan el territorio colombiano.
Blue: means the 2 oceans Atlantic and Pacific that touch our land on the north and west
* Rojo: representa la sangre vertida por los héroes en los campos de batalla para conseguir la libertad de Colombia.
REd: means the spilled blood of the people who die to get our independence



Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar y Palacios Ponte Blanco, more commonly known as Simón Bolívar "The Liberator" (Caracas, July 24, 1783 – December 17, 1830 in Santa Marta) was one of the most important leaders together with José de San Martín of Spanish America's successful struggle for independence against Spain. Following the triumph over the Spanish Monarchy, Bolívar participated in the foundation of Gran Colombia, a nation formed from several liberated Spanish colonies. He was President of Gran Colombia from 1821 to 1830. Bolívar is credited with contributing decisively to the independence of the present-day countries of Venezuela, Colombia, Ecuador, Panama, Peru, and Bolivia and is revered as a national hero in them.

Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar Palacios Ponte y Blanco, mejor conocido como Simón Bolívar , (Caracas, 24 de julio[1] de 1783 — Santa Marta, Colombia, 17 de diciembre de 1830) fue un militar y político venezolano, una de las figuras más destacadas de la Emancipación Americana frente al Imperio español junto con el argentino José de San Martín. Contribuyó de manera decisiva a la independencia de las actuales Bolivia, Colombia, Ecuador, Panamá, Perú y Venezuela. Le fue concedido el título honorífico de Libertador por el Cabildo de Mérida en Venezuela que, tras serle ratificado en Caracas, quedó asociado a su nombre. Los problemas para llevar adelante sus planes fueron tan frecuentes que llegó a afirmar de sí mismo que era "el hombre de las dificultades" en una carta dirigida al general Francisco de Paula Santander en 1825.

Participó en la fundación de la Gran Colombia, nación que intentó consolidar como una gran confederación política y militar en América, de la cual fue Presidente. Bolívar es considerado por sus acciones e ideas el "Hombre de América" y una destacada figura de la Historia Universal, ya que dejó un legado político en diversos países latinoamericanos algunos de los cuales le han convertido en objeto de veneración nacionalista. Ha recibido honores en varias partes del mundo a través de estatuas o monumentos, parques, plazas, etc.






Policarpa Salavarrieta (c. 1791 – November 14, 1817), also known as La Pola, was a Colombian seamstress who spied for the Revolutionary Forces during the Reconquista, a period when Spain attempted to regain control of its colonies in South America. She was captured by Spanish Royalists and executed.

The hour chosen for her execution was 9 in the morning of November 14, 1817. Hands bound, La Pola marched to her death with two priests by her side and led by a guard. Instead of repeating the prayers the priests were reciting, she cursed the Spaniards and predicted their defeat in the coming Revolution. She was to die with six other prisoners and her lover, Alejo Sabaraín, in the Bolívar Square. After ascending the scaffold she was told to turn her back, as that was the way traitors were killed. She asked to die kneeling, a more dignified position for a woman.

As was customary, the bodies of Alejo and the other six prisoners were paraded and exhibited through the streets of Bogotá, to scare off would-be Revolutionaries. Being a woman, she was spared this final humiliation.

Her Augustinian friar brothers, José Maria de Los Ángeles and Manuel Salavarrieta, claimed the body, to give her a proper Christian burial in the convent church of San Agustín, in the neighborhood of La Candelaria.[5]

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(Guaduas, 26 de enero de 1795 - Santafé de Bogotá, 14 de noviembre de 1817)[1] fue una heroína de la independencia de Colombia, también conocida como La Pola, actuó como espía de las fuerzas revolucionarias y murió fusilada en Bogotá durante la Reconquista Española.
Policarpa fue entonces a Guaduas, algunos dicen que fue maestra, sin embargo para la época era poco probable que una mujer ejerciera esa labor a menos que fuera religiosa. Allí cumplía tareas del movimiento clandestino. Vivía un intenso romance con el también patriota Alejo Sabaraín, a quien había conocido en la clandestinidad. Provista de pasaportes falsos, ella y su hermano llegaron a Santafé asediada por el terror realista. Aparentemente era empleada del servicio doméstico de Andrea Ricaurte Lozano, pero en realidad la casa era el centro de la subversión patriota. Desde allí Policarpa desplegó una amplia labor de información y contactos para los guerrilleros, cuyo movimiento ya coordinaba las fuerzas de los Almeyda con la de guerrillas de Casanare y Arauca, dirigidas por Manuel Röergas de Serviez, Ramón Nonato Pérez y Francisco de Paula Santander.

Los españoles lograron descubrir la organización clandestina de la ciudad, usando al informante Facundo Tovar. Esto obligó a sus integrantes a huir para vincularse directamente a las guerrillas. Parte de los fugitivos fueron detenidos con un informe escrito por La Pola sobre sus actividades, dirigido al comando guerrillero. Policarpa fue detenida por el sargento Iglesias, quien siguió a su hermano Bibiano hasta su escondite. Posteriormente fue apresada en el Colegio Mayor de Nuestra Señora del Rosario, juzgada en consejo de guerra el 10 de noviembre de 1817 y fusilada el 14 de noviembre en la Plaza Mayor de Santafé de Bogotá, al lado de su novio, Alejo Sabaraín y otros seis patriotas. Sus restos se encuentran en el panteón de los héroes de la independencia en la Iglesia de la Veracruz en Bogotá.[1]

El gobierno español concentró entonces una ofensiva contra las guerrillas de Cundinamarca que tuvieron que replegarse a Casanare, donde continuaron la lucha hasta unirse con las tropas de Simón Bolívar en 1819.





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terça-feira, junho 30, 2009

CARTA ABERTA AO MUNDO EM PORTUGUES DO BLOG DE SAEED VALADBAYGI LEER E PASSAR É IMPORTANTE!!


BLOG DE SAEED http://shooresh1917.blogspot.com/ REVOLUTIONARY ROADS
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http://twitter.com/bistoon TWITTER

{{{{ AGRADEÇO LA AJUDA COM A TRADUÇÃO A DANIEL MENDES


Estou escrevendo esta carta em nome de um PhD que está proibido de estudar.
Estou escrevendo esta carta em nome de um trabalhador açoitado no primeiro de Maio.
Estou escrevendo esta carta em nome de um adolescente sentenciado à morte.
Estou escrevendo esta carta em nome de uma mulher sentenciada à morte apedrejada.
Estou escrevendo esta carta em nome de Saeed Valadbeygi.


Há muitos anos que estamos lutando por nossos direitos mais básicos. Vocês nos prendem, nos torturam, nos exiliam, nos executam, nos açoitam, mas continuamos firmes e fortes.
No Dia Internacional da Mulher, anunciamos que mulheres e homens devem ser iguais e não devem ser condenados nenhum tipo de discriminação sexual, mas mesmo depois de tudo isso vocês continuaram a executar os que forem contra suas regras partidárias e usaram regras medievais para tratar as mulheres. No primeiro dia do mês de Maio (dia internacional do trabalhador) nós anunciamos que devemos ser pagos e anunciamos qsomos iguais aos trabalhadores do mundo todo, tendo os mesmos objetivos e pedimos o fim à tirania contra os trabalhadores imigrantes. Mas vocês nos aprisionaram e nos mantiveram nas piores condições possíveis e ainda nos torturaram. Açoitaram trabalhadores inocentes por que participaram do Dia Internacional do Trabalhadores, e lhes cobraram altos impostos.
Sobre o dia internacional da criança, nós anunciamos que a criança está em primeiro lugar e que vocês não tem o direito de abusar sexual e fisicamente delas. Não têm o direito de usá-los como uma força de trabalho barata e silenciosa, mas mesmo assim continuam abusando delas nas ruas e oficinas.
No dia do estudante (16 de Azar), anunciamos pararem com as execuções, pararem de apedrejar pessoas até a morte, que ponham um fim às conquistas (Sharia) regras contra a humanidade e deixarem que as universidades – como bem diz este nome - seja um lugar para estudar e produzir bens humanos e cientificos. Mas vocês nos atacaram durante a noite e prenderam os nossos amigos, lenvando-os de olhos vendados para a cadeia. Nos expulsaram e colocaram exercitos de milicia na frente das universidades. Dissemos repetidas vezes que as universidades não são zonas militares, e pedimos encarecidamente que retirassem vossas forças das universidades, mas continuaram atacando nossas salas de aula e dormitórios e ferindo estudantes. Hoje mesmo é o dia do funeral de um de nosso amigo... sim, estou falando sobre Kianoush Asa, aquele que você torturaram na prisão até a morte.
Nós choramos e gritamos repetidamente e com a mesma voz em um movimento mundial contra o assassinato de crianças e pedimos para pararem com estas absurdas execuções. Mas vocês assassinaram nosso Delara e continuam mandando impiedosamente crianças frágeis com suas perninhas vacilantes diretamente para a forca
.
Anunciamos que nó, o povo Iraniano, não somos militante e não não queremos o fim de nenhuma geração, raça ou cor. Nosso slogan era "Uma identidade, a identidade humana" e "Uma terra, um homem." Mas vocês continuam impondo suas idéias em nome do povo Iraniano. Repetimos insistentemente que não queremos o governo Islâmico, mas você continuam governando com métodos e leis medievais.

Temos alertado e lutado por muitos anos contra este movimento sujo que vem mantendo estudantes, mulheres, crianças e trabalhadores desrespeitados em seus direitos.

Este não é um movimento de revolta feito por pessoas ricas e prósperas.Este não é um protesto de eleitores derrotados. Este é o grito do povo oprimido do Irã, que grita do fundo de seus corações "morte ao ditador, Khamenei e a república islâmica. Este grito é eco das vozes que vocês tem ouvido por todos estes anos, que parte da garganta dos partidários pela liberdade, vindo do fundo de suas celas nas prisões.
O povo iraniano sabe que o remédio contra essas atrocidades está na solidariedade. É por isso que dizemos "Não tenhamos medo! Não tenhamos medo! Estamos todos unidos" povo iraniano, homens e mulheres em uma só voz, fomos às ruas como foi dito e ficamos em frente às vossas armas. Foi neste dia que você assassinaram Neda, eu vi uma outra mulher de pé com as mãos abertas e gritando "Atirem em mim, atirem em mim, me matem também". Este é o movimento que vibra nas ruas "Eu vou matar quem matou o meu irmão".
Não será demasiado tarde, a história vai se repetir mais uma vez para vocês e Liberdade e Igualdade será a mensagem do Iran para o mundo todo.

Mas eu sou Saeed Valadbeygi; O aluno trabalhador já esteve detido por tantas vezes. O mesmo estudante que você expulsaram da universidade e o trabalhador que passou os melhores anos de sua vida no exílio e na prisão. Estou chorando e gritando da dor comum que tem cerrado seus punhos mais fortes todos estes anos, a gritar: "morte ao DITADOR" e hoje estou mais forte do que nunca. A morte não me amedronta. A pouco tempo vocês colocaram minha família sobre severa pressão e atacaram a minha casa por tantas vezes, mas devo afirmar que todas as vezes vocês falharame foi um esforço em vão. Toda esta presão e atmosfera de pânico atmosfera não pode parar nossos amigos e suas família, no meio desta estrada da liberdade, porque estamos conscientes que estamos no caminho certo da liberdade e que não temos nada a perder, com exceção de nossas algemas.vossas ações podem interromper nossas atividades, podemos até perder os melhores e mais gloriosos momentos de nossas vidas de nossas vidas, porém vocês jamais serão capazes de nos parar.




Olha, eu sou verde, muito colorido e fecundo

Olha, estou arborizada, cheio de folhagem e robusto

Embora ferido pelo machado da vingança,

Continuo enraizado na terra, glorioso!

Supostamente, você pensa que eu caí

E os meu jovem caule está ferido por suas machadadas


O que vão fazer com minhas raízes?

Eu suponho que, de baixo do telhado

Um pássaro está aguardando

Irão vocês proibirem seu vôo?!

O que vocês irão fazer com os filhotinhos que continuam no ninho?!

Eu os vejo livres ao vento,

Voando alto em um grito ébrio,

O que vocês vão fazer com a linda canção da manhã?!

Eu suponho que irão tentar bater

Eu suponho que irão aprisionar

Eu suponho que irão matar

O que vocês vão fazer para deter a inevitável germinação?!

Não me imagino desistindo

Eu sou a história e persisto nas mentes

Estou misturado com a dor deste povo

Como se eu estou chorando, eu sou o choro, eu sou o choro

IRAN : CARTA ABIERTA PARA EL MUNDO DE SAEED VALADBAYGI - QUE VAN A HACER CON LA GERMINACIÕN???



DEL BLOG DE SAEED "REVOLUTIONARY ROADS"

Escribo esta carta en nombre de un estudiante "al que le prohibieron estudiar" en su curso de doctorado
Escribo esta carta en nombre de un trabajador golpeado el primero de mayo
Escribo esta carta en nombre de un joven condenado a muerte
Escribo esta carta en nombre de una mujer condenada a lapidación
Escribo esta letra en nombre de Saeed Valadbaygi

Son años que luchamos por nuestros derechos fundamentales. Durante este tiempo nos habéis arrestado, puesto en cárcel, nos habéis molestado y torturado, nos han ejecutado y exiliado. Pero seguimos firmes y fuertes

En el dia internacional del la mujer 8 marzo, hemos declarado con determinación que hombres y mujeres son iguales y habiamos condenado cualquier forma de discriminación sexual. Así y todo habéis continuado a ejecutar a los que estaban contra las reglas de su partido, y ahora leyes machistas y medievales siguen siendo aplicadas contra las mujeres

En el dia internacional de los trabajadores 1 mayo, declaramos que tenemos que ser pagados y anunciamos que somos iguales a los trabajadores en todo el mundo, teniendo los mismos objetivos y pedimos parar la tiranía con los trabajadores inmigrantes.
Pero nos habéis arrestado y encarcelado, y puesto en peores condiciones que nunca y sometido a tortura. Habéis maltratado trabajadores inocentes porque participaron en el dia internacional del trabajador el 1 de mayo y nos habéis puesto multas gigantescas.

En el dia internacional del niño, declaramos que los derechos de los niños debian tener la prioridad y que no tenéis el derecho de explotar los niños sexualmente ni físicamente. No tenéis el derecho de usarlos como fuerza de trabajo gratuita y silenciosa. Pero habéis continuado a explotarlos en las fábricas y en las calles.

En el dia de los estudiantes, habiamos pedido de no ejecutar mas personas, no lapidar y de poner fin a las leyes deshumanas de la Sharia, y consentir que la universidad (como lo dice el nombre) sea un lugar para formación y producción de recursos y conocimientos para nuestra sociedad.
Pero nos habéis atacado de noche, habéis arrestado nuestros compañeros y los habéis llevado en la cárcel vendados. Nos habéis marcado y nos habéis expulso de las universidades y habéis puesto vuestras fuerzas militares. Nosotros os habiamos repetido varias veces que la universidad "no es" una base militar y pedimos de retirar vuestras fuerzas pero nos habéis atacado en las aulas y en el campus y habéis masacrado los estudiantes
Hoy mismo el funeral de uno de nuestros compañeros... si hablo de Kianoosh Assa... aquel que habéis asesinado en la prisión torturándolo hasta la muerte.

Nosotros llorabamos y gritabamos muchísimas veces y con las voces unidas con el movimiento global hemos gritado de parar con las sentencias de muerte para menores de edad.
Pero vosotros habéis matado nuestra Delara y ahora continuáis a llevar niños frágiles y con las piernas temblando a la horca.

Nosotros dijimos que no, el pueblo iraniano no es militante, y no queremos destruír ninguna generación , raza o color. Nuestro slogan era "UNA IDENTIDAD... LA IDENTIDAD HUMANA" y "UNA TIERRA, UN HOMBRE", pero vosotros habéis continuado a declarar vuestras ideas personales en nombre del pueblo iraniano.

Nosotros muchas veces habiamos dicho que no queremos un estado islámico pero vosotros habéis continuado a gobernar con leyes mediavales.

Les habiamos advertido y son años que luchamos. Este movimiento que hoy llamáis de "suciedad y maleza" es ese estudiante, mujer, niño y trabajador a los que no habéis respetado sus derechos todos estos años. Este no es un movimiento de revolución de gente rica y próspera. Esto no es la protesta de electores que han perdido las elecciones. Este llanto es el eco de las voces del pueblo iraniano oprimido que grita desde el fondo de sus corazones "Muerte al dictador, Muerte a Khamenei e Muerte a la República Islamica. Este llanto es el eco de las voces que habéis oido todos estos años de los gritos de los partidarios de la libertad viniendo desde el fondo de vuestras celdas y prisiones.

El pueblo iraniano se ha reencontrado y sabe que el secreto y el remedio para estas atrocidades está en ser solidarios. Es por este motivo que en las manifestaciones gritan "NO TENGAMOS MIEDO ... ESTAMOS TODOS UNIDOS".
El pueblo iraniano, hombres y mujeres, todos juntos, han salido por las calles, gritándolo, en pié y han enfrentado vuestras armas y proyectiles. El día que habéis asesinado Neda, he visto otra mujer que se puso delante a los Basiji (polizia iraniana) con los brazos abiertos y gritando "DISPARAME A MI TAMBIÉN". Este es el movimiento que vibra en las calles "VOY A MATAR QUIEN HA MATADO A MI HERMANO"!!
En un momento dado, la historia se repetirá también para vosotros una vez más , y LIBERTAD E IGUALDAD serán el mensaje del pueblo iraniano para el mundo.

Más yo soy Saeed Valadbaygi, el trabajador y estudiante que ha visto muchas veces vuestras cárceles y prisiones. El estudiante "marcado" que habéis expulsado de la universidad, el trabajador que ha pasado los mejores años de su propia vida en exilio y en prisión. Yo soy el llanto de un dolor en común que me ha hecho apretar los puños durante todos estos años, siempre más fuerte para gritar MUERTE AL DICTADOR!! hoy estoy más fuerte que nunca.

La muerte no me asusta. Hace muchos dias que habéis puesto mi familia bajo las peores presiones y repetidamente habéis atacado nuestra casa. Pero cada vez habéis fallado y salido perdiendo.

Esta presión y crear una atmosfera de miedo y pánico, no puede parar nuestros amigos y sus familias, en el medio del camino de su libertad porque somos bien conscientes, que estamos en el camino cierto a la libertad y no tenemos nada que perder excepto vuestras cadenas.

Vuestras medidas pueden momentáneamente interrumpir nuestro trabajo. a lo mejor perderemos nuestros compañeros más amados y los mejores momentos de nuestras vidas pero no conseguiréis NUNCA pararnos.

(poesia persa)

Mira soy verde, colorada y fecunda
Mira soy hoja, llena de follaje y robusto

Aunque herido de hacha de la venganza
Pero todavía estoy arraigado en la tierra, glorioso!!

Supuestamente, piensas que estoy en el suelo
y mis ramas jóvenes son heridas por los golpes de tu hacha
Que vas a hacer con mi raíz??

Digamos que sobre este techo
un pájaro está esperando
le vas a prohibir volar?
Que vas a hacer con los pájaritos en el nido??

Yo los veo libres al viento
volando alto en un grito ebrio
Que vas a hacer con la linda canción de mañana?

Supongo que puedes golpear, supongo que puedes tomar... supongo que puedes matar
Que vas a hacer con la inevitable germinación?

No imagines desistiendo
porque soy la historia y persisto en la mente

Estoy mezclado con el dolor de este pueblo
Como si yo fuera el llanto... soy el llanto... soy el llanto


HASTA LA VICTORIA CON EL PUEBLO IRANÍ !!
HASTA SIEMPRE!!!

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domingo, abril 19, 2009

DIA INTERNACIONAL DO INDIO - TRIBUTO AOS IRMAOS VILLAS BOAS




Clαudio Villas Boas with a Xingu Indian

Claudio Villas Boas, protector of the Amazon Indians,

died on March 1, 1998 at the age of 81

He created the Xingu National Park as the home-land of the Indians. Together with his brothers helped spread the notion that Indians should not be acculturated and civilized, but they should be left alone and as isolated as possible from the rest of the Brazilians. The park by 1994 had 6,000 Indians living in 18 settlements from different tribes. He was called by the Indians 'The Father' and when he died, chief Raoni, from Kayapo tribe reacted: "Now our father is gone. The Indians father is dead. He used to tell us that everybody in the city was crazy. He also taught us that the white man's life is not good for us."

In 1961 they established the Xingu reserve, which is an area along the Xingu River where several tribes have been relocated. At the time that the reserve was set up, many of the Amazon Indians had lost their land to settlers and developers – sometimes resulting in bitter wars. The aim of the reserve is ensure that the Indians had their own territory where they could continue to live relatively undisturbed. The reserve has had many problems, such as getting formerly warring tribes to live together, fighting diseases such as tuberculosis often devastate newly contacted Indians tribes, and pressure from outside developers. But despite these problems, the reserve has had a significant role preserving Indian culture, and helping to teach Indians skills, which they need to survive in the modern world.

n 1976 Claudio talked about his fear for the future of the Indians: "Who, like myself, lived more than 30 years among the Indians, feels that they represent another humankind, with complex values that we are not able to grasp." He used to say that the haste to conquer the Amazon was destroying the Indians. He also feared the encroachment of garimpeiros (gold prospectors) over Indian Territory and their diseases, bad habits like alcohol consumption and the poisoning of the waters with mercury.

Told about Claudio's death, chief Raoni, from the Kayapo tribe, reacted: "Now our father is gone. The Indians' father is dead. He used to tell us that everybody in the cities was crazy. He also taught us that the white man's life is not good for us."


IF YOU WANT TO HELP GO TO http://www.expedicaovillasboas.com.br/portal/


GOD PLEASE HELP THE INDIANS AND OLD CIVILIZATIONS ALL AROUND THE WORLD TO BE ABLE TO SURVIVE THE WHITE MAN AND THE OCCIDENTAL CULTURE! CHANGE PEOPLE AND GOVERMENTS MIND... FOR THE FUTURE!!




No aspecto dos índios, os irmãos Vilas-boas implantaram uma nova política indigenista, que, basicamente, consiste na defesa valores culturais dos índios, como único meio de evitar a marginalização e o desaparecimento dos grupos tribais. A partir da máxima segundo a qual “O índio só sobrevive na sua própria cultura”, os irmãos Vilas-boas conseguiram implantar uma nova forma de relacionamento entre nossa sociedade e as comunidades indígenas brasileiras. Essa política vem sendo esposada por etnólogos e entidades científicas não só nacionais, como estrangeiras.

Os Vilas-boas mostraram que a antiga visão que a sociedade nacional tinha acerca do índio era absolutamente equivocada. Não se tratava, portanto, de sociedades selvagens, sem regras e sem estrutura social como se narrava na época do Descobrimento do Brasil. A nova imagem do índio, trazida pelos Vilas-boas à nossa sociedade, era a de uma sociedade equilibrada, estável, erguida sobre sólidos principios morais e donos de um comportamento ético que sustentava uma organização tribal harmônica. A esse respeito Cláudio Vilas-boas teria dito certa feita:

“Se achamos que nosso objetivo aqui, na nossa rápida passagem pela Terra, é acumular riquezas, então não temos nada a aprender com os índios. Mas se acreditamos que o ideal é o equilíbrio do homem dentro de sua família e dentro de sua comunidade, então os índios têm lições extraordinárias para nos dar.” Cláudio Vilas-boas

Os irmãos Vilas-boas

vc pode ajudar http://www.expedicaovillasboas.com.br/portal/